Custo das refeições na Tailândia

A Tailândia já não é aquele paraíso económico para os turistas europeus como era antigamente. Ainda assim, para além de não ser preciso contratar uma empresa de segurança privada (senti-me bastante seguro durante toda a viagem), continua a ser um destino onde se podem passar umas belas férias e em conta, isto se optarmos por uma versão poupada ou low cost do passeio. É importante fazermos uma estimativa prévia de quanto vamos gastar na viagem, um orçamento aproximado dos valores que contamos desembolsar em transportes, alimentação, alojamento etc.

Bangkok-Comida

Mas qual é então o custo de vida para um turista na Tailândia?

O progresso do país enquanto destino turístico levou a que já existam opções para todo o tipo de gostos, desde o mais económico ao mais apurado. A nossa versão nesta viagem foi quase sempre a mais barata, principalmente porque é essa que mais se aproxima do estilo de vida local dos países que tivemos oportunidade de visitar.

Neste artigo, vou mostrar onde e como obter refeições baratas na Tailândia!

Qual o custo das refeições na Tailândia?

A altura das refeições é sempre um momento importante em qualquer viagem. Afinal, para além da quantidade de energia gasta a passear e que é fundamental recuperar, é um dos pontos mais importantes da integração na cultura local: a gastronomia! Mas nem sempre é simples descobrir um local bom e barato para comer. Até porque, como turistas, acabamos sempre por chegar aos locais mais turísticos, ou seja, onde os restaurantes são os mais dispendiosos, dado que são exatamente isso… para turistas!! A dica principal que posso dar é que temos sempre de procurar os sítios onde os locais comem. Esses serão sempre os mais despretensiosos e os mais parecidos, sem inflações “para turista” ver.

Das vezes que experimentamos ir a sítios aconselhados por outros turistas (do TripAdvisor) não tivemos muita sorte, basicamente porque as carteiras e os gostos variam bastante. Mas habitualmente as dicas de outros turistas e/ou locais que vamos descobrindo são sempre bastante valiosas!

Na Tailândia, e na verdade por toda a Ásia, os melhores e mais económicos lugares para comer vão ser sempre as bancas na rua! Há street food, food market e food courts espalhados por todo a parte. É apenas uma questão de “seguir” o que fazem os locais e muitas vezes, famílias inteiras que se reúnem num qualquer sítio (na rua) para comer! A regra é, quanto mais tailandeses lá estiverem a comer, melhor! E mais barato! Quem poderia ser melhor do que quem lá vive para saber onde comer bem?! 🙂

Transportes alucinantes da Ásia

Durante toda a viagem tentamos experimentar vários meios de transporte para nos deslocarmos entre cidades (e dentro delas). Na Ásia, apesar de estarmos um pouco apreensivos ao início, a verdade é que valeu muito a pena. Os transportes por ali são baratos, flexíveis e funcionam bem.

Experimentamos de tudo, desde vans, autocarros públicos, autocarros de aluguer, barcos a remo, motorizados, comboios, aviões, motas, carros e tuk-tuks. Aqui ficam algumas dicas para quem está a pensar dar uma “voltinha” pela Ásia.

Autocarros

É a maneira mais barata de viajar entre cidades. Quando as viagens eram de dia, os autocarros até fazem lembrar os nossos autocarros em Portugal. Não são muito espaçosos, mas todos têm ar condicionado (que com o calor que se faz sentir na Ásia é um bem de primeira necessidade!).

Eles gostam de chamar “vip” aos autocarros que estão em melhor estado e que são para transportar turistas. Mas mesmo nestes, também se viam sempre locais, o que só vem comprovar que o preço é mesmo acessível. Se estivermos numa de aventureiro, é de ir a uma paragem de autocarro que os locais usam e tentar apanhar um autocarro “menos vip”. No entanto, a aventura não trará grandes vantagens: para além de um turista não pagar o mesmos que um local, de certeza que vão cobrar uma “taxa turista”, por isso o preço final vai acabar por ser o mesmo do “vip”, mas com menor qualidade.

Curiosas foram as viagens mais tarde. De todas as vezes que viajamos à noite de autocarro, ficamos surpreendidos com a qualidade. Os autocarros noturnos são bem melhores que os que circulam durante o dia. Pasmem-se: têm televisão, cobertores e reclinam a cadeira. Para uma viagem maior, apanhamos um autocarro noturno em que as poltronas eram praticamente camas e com o dobro da largura de um lugar normal! Sem dúvida, um dos autocarros mais confortáveis em que já viajei na minha vida!

Vans e pequenos autocarros

Utilizamos estes para viagens curtas (até 4 horas), ou como meio de transporte até cidades mais próximas para excursões específicas. O aluguer de autocarros com motorista era o normal. O único problema é que em várias ocasiões não sabíamos se era um autocarro pequeno ou grande até chegarmos ao local. Uma vez descobrimos que tínhamos de trocar para uma van bem apertadinha para fazer as últimas 4 horas de viagem. Resumindo, viajar nestes pequenos autocarros é apertado e “mauzinho”, mas não há grandes alternativas, porque é o mais usado para as “ligações” por terra.

Táxis

Utilizamos muito os táxis e reparei que cada veículo tem o seu estilo muito específico: carro, tuk-tuk ou mota. O que todos têm em comum é que se tem sempre de negociar os preços antes de entrar no táxi e se possível utilizar o dinheiro trocado que temos na carteira como referência, porque ser “roubado” na altura do troco é normalíssimo. Para mim, a melhor estratégia nem é discutir preços, é mesmo virar as costas! Aí é que eles começam a dar descontos!

Barcos

Viajamos muito de barco na Tailândia, basicamente porque visitamos ilhas em costas diferentes: Koh Tao, Koh Lanta e Ko Phi Phi. Disseram-me, antes de ir, que os barcos noturnos que têm colchões pelo chão para os passageiros dormirem eram mauzinhos e desconfortáveis. Não o conseguimos comprovar porque só andamos nos de alta velocidade (eram os que estavam incluídos nos pacotes que adquirimos). Os que experimentados eram rápidos  e confortáveis.

Regra geral é impossível não fazer pelo menos uma viagem de barco no sudeste da Ásia sem ter de usar outro transporte (dos que já falei acima). É sempre preciso um tuk-tuk ou um autocarro alugado para completar o percurso.

Avião

Andamos de avião três vezes durante a nossa estadia na Ásia. Nas companhias “normais”, o serviço de bordo foi sempre excelente. Refeições muito boas e tripulação muito agradável.

Na primeira vez que viajamos através de uma companhia de baixo custo, estávamos um pouco apreensivos com o facto de levarmos as nossas mochilas como bagagem de mão. No entanto, e para nosso espanto, na altura do check-in eles nem as quiseram pesar!

Comboio

Queriamos ter viajado mais de comboio pela Ásia, mas o percurso que tínhamos definido estava provisoriamente fora de serviço. Acabamos por experimentar apenas o trajeto de Kuala Lumpur a Singapura, com duração de 8 horas durante o dia (era o mais barato).

O comboio diurno é muito simples e conseguimos viajar sentados. No comboio noturno é possível viajar deitado (tem camas). O comboio não é o meio de transporte mais comum no sudeste asiático, mas possibilita viagens muito boas como, atravessar a Tailândia, viajar até à Malásia e Singapura e até atravessar o Vietnam inteiro!

Foi pena não termos tido oportunidade de viajar mais de comboio… Mas para quem esteja a pensar lá ir, é possível encontrar online todas as rotas e viagens ferroviárias do sudeste asiático.

Aí estão elas, as minhas ricas férias!

Até que enfim, estão aí a chegar as minhas tão esperadas férias de inverno! Não, não vou alugar um apartamento monte gordo! Desta vez é à séria, estou prestes a partir para a China e Sudeste Asiático!

Vai ser um mês inteirinho (sim, 31 dias de viagem!), a começar na China (Pequim, Xangai, Hong Kong e na sempre nossa Macau), depois sigo para Singapura e Malásia, um saltinho à Tailândia e acabo em beleza em Abu Dhabi, Emirados Árabes.

Na Tailândia, vou estar pelas ilhas do Golfo da Tailândia e vou pernoitar em Koh Phangan, onde por acaso (ou não!) vai estar a decorrer a tão famosa Full Moon Party, a festa da Lua Cheia!

Aqui fica um vídeo para terem uma ideia:

Não sei se consigo, mas gostava muito de dar um mergulho em Koh Tao, que é um dos destinos de mergulho mais famosos do sudeste asiático.

Quando estiver na Malásia, vou passar duas vezes por Kuala Lumpur, por causa das ligações aéreas e vou visitar também a ilha Langkawi, uma das conhecidas por aqueles lados e que tem a particularidade de ser completamente livre de impostos! A ver o que se consegue comprar por lá! 🙂

A viagem será uma coisinha rápida de 24 horas, entre voos de ligação e tal. Só de imaginar… já estou a pensar se não devia mas é ter visto as tais casas para alugar em monte gordo… 🙂 Bom, mas não é nada que um valium não resolva! Quando acordar já lá estou!

Para me preparar para a viagem, para além dos guias que comprei na fnac, já falei com uma série de amigos que já estiveram em cada um dos meus pontos de passagem. Neste momento tenho um caderno de apontamentos tão espesso que já é menino para fazer frente a um “Guerra e Paz”! Ou se não é, anda lá perto! 🙂

Uma das coisas de que tenho mais espectativa está obviamente ligada à parte gastronómica da viagem.
A Ásia tem uma cozinha muito própria, mas que varia muito de região para região. Um bocado como as diferenças entre Norte e Sul aqui em Portugal.

Estou ansioso por me armar em Anthony Bourdain e andar por lá a experimentar tudo e mais alguma coisa, nos sítios mais improváveis, que são ao mesmo tempo (normalmente) os melhores.

Um dos restaurantes que gostava mesmo de visitar, fica em Bangkok (não sei se lá vou conseguir passar, mas vou mesmo tentar) é o Gaggan, considerado por muitos, o melhor restaurante da Ásia!

O chef é o indiano Gaggan Anand que passou pelo El Bulli de Ferra Adriá, antes de montar o seu próprio restaurante.

Bom maltinha, tudo de bom e até ao meu regresso!

5 dicas para os foodies que têm sempre a cozinha num caos!

A cozinha de qualquer foodie que se preze, é necessáriamente um um dos espaços mais utilizados em casa e por isso mesmo, precisa de ser limpa “a fundo”, mais vezes que a de um comum mortal! É claro que estas limpezas a fundo não precisam de ser todas as semanas, mas é importante garantir que a cada (pelo menos) 2 meses, se faz uma limpeza profunda da cozinha (e já agora da casa toda!). 🙂

Uma cozinha limpa significa alimentos mais bem conservados e ajuda a que todos os eletrodomésticos e utensílios de cozinha durem mais tempo. Antes de recorrermos a empresas de limpezas em lisboa, vamos ver como podemos fazê-lo por nossa própria conta e risco:

1. Comece pelas tarefas difíceis

A regra número 1 é a de começar sempre as limpezas com as tarefas mais difíceis, como por exemplo, o forno. Escolher estas “batalhas” em primeiro lugar significa que estamos a usar a nossa energia e motivação logo nas tarefas mais complicadas. Os meus truques para limpar o forno “a fundo” são as seguintes: primeiro à que nos certificarmos que está desligado da eletricidade. Em seguida, removemos todos os tabuleiros e ferramentas interiores e fazemos um detergente caseiro com água quente, bicarbonato de sódio, detergente de lavar a loiça e vinagre branco.Mistura-se bem e aplica-se a solução sobre todas as partes interiores do forno utilizando uma esponja ou uma toalha.

Depois de deixarmos a solução absorver e dissolver a gordura seca (duas horas chegam), é hora então de limpar tudo com um pano. Entretanto, mergulhamos as prateleiras na numa mistura de água quente e detergente da loiça. Opcionalmente, podemos usar escova de metal, para limpar as partes metálicas do forno. Isso ajudará a remover as manchas mais complicadas e a ferrugem.

2. Limpar o frigorífico por (dentro e por fora).

Muitas vezes esquecido e abandonado, o frigorífico é um dos eletrodomésticos mais importantes na cozinha, especialmente em termos de higiene e saúde. A limpeza a fundo do congelador é uma das tarefas mais importantes, é lá que temos os nossos ingredientes dos nossos pratos e é por isso um local que tem de estar sempre limpo e desinfetado. Para começar, é importante que o desliguemos da corrente elétrica. Enquanto descongela, aproveitamos para retirar todos os alimentos deitamos forar tudo o que já passou do prazo. Limpamos frascos, garrafas e recipientes para que quando voltamos a reabastecer o frigorífico, não sujamos as prateleiras acabadinhas de limpar.

De seguida, algo que muito pouca gente faz, limpar os rolos exteriores com uma esponja e um detergente de lubrificação e de seguida, limpar o excesso com papel de cozinha. Outra coisa que se deve fazer sempre, é limpar o pó e as manchas no interior do compartimento da bomba. Se o fizerem, vão notar que ruído que o frigorífico faz, será menor. Depois do interior do frigorífico estar completamente descongelado, remover as prateleiras e deixá-las de molho. Limpamos o interior com uma solução de água quente e detergente de lavar a loiça e limpamos com um pano limpo e macio.

3. E os armários? Não nos podemos esquecer dos armários!

É importante limparmos o exterior dos armários semanalmente e/ou quinzenalmente. Faz parte da limpeza básica de qualquer cozinha. No entanto, limpar o interior dos armários, e limpar todas as prateleiras, é crucial para completar a tal limpeza “a fundo” da cozinha (e que também nos irá ajudar a reorganizar tudo, normalmente para melhor!). 😉
Para começar, nada melhor que retirar tudo da dispensa. Eu sei, eu sei, que trabalheira! Mas acredite, é importante, tanto para reorganizar o que já está uma grande confusão, como para deitar fora produtos que já estão fora de prazo. De seguida, limpamos as prateleiras, primeiro com desinfetante e um pano húmido, e de seguida, com um pano de microfibra seco para ter certeza de todas as manchas de alimentos desaparecem. Voltamos a colocar tudo nas prateleiras e aqui fica uma dica útil: colocar todos os alimentos que estão perto da data limite de vencimento à frente, para evitar desperdícios. Depois da dispensa, à que atacar todos os outros armários (loiça, talheres, etc).

4. Se necessário, contrate ajuda

A limpeza mais a fundo da casa é uma tarefa difícil, por isso é importante não extrapolar, ou tentar fazer mais do que nos é possível fisicamente (ou mentalmente). Existem opções quando se trata de limpezas domésticas, ou seja, podemos sempre contratar uma empresa que preste serviços de limpezas domésticas, para ajudar com o trabalho “pesado”. Este tipo de serviços profissionais têm um custo e às vezes (a maior parte das vezes!) nem fazem as limpezas tal e qual como queremos. Mas para isso há uma solução simples, é andar em cima deles até acabarem o serviço! 🙂

5. Deite fora tudo aquilo a que não dá uso

A cozinha pode ser um local cheio de tampas de tupperware perdidas, cereais esquecidos e peças estranhs que ninguém sabe de onde vieram, por isso é crucial que quando começamos uma limpeza profunda da cozinha, devemos remover todo o lixo desnecessário. Não há necessidade nenhuma de guardarmos tupperwares sem tampa e tampas sem tupperware. Livrarmo-nos das coisas a que não damos uso, independentemente de acharmos que “isto ainda vai dar jeito!”, é essencial.

Smoothie Verde (delicioso!)

Estamos em Janeiro e eu já lhe estou a dar nos smoothies! A verdade é que o Verão está aí num piscar de olhos, portanto, nada como começar a dieta (bem) cedo! 🙂

Os smoothies são a melhor truque de sempre para conseguir que os meus filhos comam frutas e vegetais em abundância (e eu também, é claro). Este smoothie está recheado de ingredientes bem saudáveis e que ajudam a combater as constipações tão comuns desta altura do ano.

Surpreendentemente (ou não) ainda não fiquei doente este inverno e gosto de achar que estes smothies são umas das razões pelas quais o meu sistema imunitário está tão resistente.

Eu adoro smoothies e neste em particular usei pela primeira vez chá verde. A verdade é que ao beber, não se sente o chá, mas segundo li, o chá verde trás tantos benefícios para a saúde, que não custa nada adicioná-lo! Se ainda não experimentou o chá verde em smoothies, este parece-me ser o momento (e o smoothie) ideal para começar! 🙂

smoothie

Receita:

Serve 2.

Ingredientes

  • 1/2 copo de água
  • 1 1/2 colher de sumo de limão
  • 1 couve
  • 1 1/2 copos de pedaços de ananás (de preferência congelados)
  • 2 kiwis descascados
  • 1/4 colher de açafrão
  • 1 colher de pasta de gengibre (opcional)
  • 1 1/2 colher de mel

Indicações

  • Juntar todos os ingredientes no robot de cozinha e picar até ficar com a consistência desejada. Servir de imediato.